Tem coisa mais mineira que a couve?

 

Difícil encontrar, não é? Ela vai bem com maioria dos pratos tradicionais da nossa cozinha, como o franguinho caipira com angu. Não pode faltar como acompanhante de um bom tutu de feijão, feijão tropeiro, carne de porco frita e muitos outros. Fácil demais de preparar, chega com aquele toque que faltava compondo uma refeição.
Além de clorofila e ferro, tem sabor que harmoniza com tudo, uma verdadeira arma nas refeições diárias oferecidas nas empresas. Couve trata a anemia, diminui a retenção de líquidos e evita, de forma natural, a absorção de substâncias químicas de outros alimentos, ajudando na desintoxicação do organismo.

A COUVE É FONTE DE ÁCIDO FÓLICO

Se há grávidas envolvidas, a couve torna-se mais imprescindível ainda por ser um dos alimentos que mais contém ácido fólico – aquela vitamina decisiva no desenvolvimento da medula dos bebês. Mães que ingerem couve na gestação, sobretudo nos primeiros meses, terão filhos com capacidade cerebral superior no futuro, pois o ácido fólico ajuda na formação dos neurônios.
Mais motivos para ingerir couve? Rica em potássio que ajuda a regular a pressão arterial, fibras que fazem o intestino cumprir direito a função dele e assim controla o colesterol. Contém ainda muito cálcio para ajudar na estrutura dos ossos e dos dentes.

Por conter muitas fibras, leva um tempo para ser digerida o que ajuda na sensação de saciedade. Imprescindível, portanto, para quem queira emagrecer e ganhar mais saúde.
A couve pode ser ingerida refogada ou em forma de salada, com outros legumes. Outra alternativa é usá-la no suco de laranja ou outras frutas, sobretudo para servir a crianças que a rejeitam de outra forma. Oportuno lembrar que o talo da couve concentra ainda mais nutrientes e pode ser usado no suco, para fazer uma farofa, adicionado ao arroz ou cozido com temperos e depois batido no liquidificador com maionese e iogurte para virar um patê. De dar água na boca, não?